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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Livro, cinema e televisão, pra sua diversão!

Começo Agosto sem tanta inspiração de temas para o blog, o fim das férias e a volta da sacal rotina às vezes minam essa parte do meu cérebro. Eis que então compartilho recentes descobertas nas três categorias que entitulam o post:

Agassi - Autobiografia: você pode nunca ter visto esse cara em ação com seu short jeans ou mesmo nunca ter executado um forehand, mesmo assim vale cada página da história desse astro do tênis. Revolucionou o esporte com seu jeito irreverente e foi um dos melhores jogadores de toda história do tênis, tudo isso com os entraves de uma criação deturpada e sérios problemas físicos. Já quase desistindo que seria capaz de ler um livro esse ano, dado minha falta de engajamento com 2 ou 3 que comecei recentemente e não cheguei à página 50, esse aí me fez desligar TV e computador por vários dias, assim como não pregar o olho em alguns vôos.

Assassinos por natureza: na minha busca por diminuir a lacuna de filmes que já vi, relatada aqui no blog mês passado (Aspirante a cinéfilo), Natural born killers já conquistou o lugar no meu top 10 pessoal logo de cara. Oliver Stone dirigiu muito bem e contou com belíssima atuação de Woody Harrelson. Mickey e Mallory encantam e aterrorizam ao mesmo tempo, imperdível.

Sobrevivi: todas as terças 22h na Discovery Channel. Histórias incríveis de pessoas que sobreviveram a situações que qualquer um acharia impossível, menos eles próprios. O limite de onde chegamos quando estamos expostos às dificuldades leva a um pleno entendimento do ser humano, de tudo que podemos superar em prol de algo que fazemos todos os dias, viver. Vale aqui menção honrosa ao A Liga comandado pelo Rafinha na Band, explorando teams delicados com uma abordagem muito interessante. Eu, que quase não assito TV, especificamente às terças fico indeciso, ambos são transmitidos no mesmo horário.

Aproveitem!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Vou viajar por outras bandas

Me precipitei no último post sobre livros. A narrativa envolvente do Veríssimo me fez declarar em Times New Roman tamanho 12 que o perdoara. Em tempo, retifico minha opinião. "Os espiões" saiu um pouco do que eu esperava, antecipou o desfecho, economizou folhas, pecou na hora do arremate.

Partirei para outros estados longe do Rio Grande, vou tentar ler dois livros ao mesmo tempo, embora esteja sem tempo para manchetes de jornal. Dica da minha digníssima, experimentarei. Vou de Stephenie Meyer pra fechar a saga Crepúsculo. Acabo de saber pelo google que haverá um quinto volume, sinceramente não sabia. Os livros são grandes e eu sou vagabundo, o primeiro li apenas as legendas na telona do cinema, li mesmo Lua Nova e Eclipse. Crepúsculo é fraco no cinema, imagino que o livro seja bem melhor. Lua Nova é diferente, uma boa opção de entretenimento com pipoca e guaraná. Enquanto espero Eclipse nos cinemas, vou ler Amanhecer.

Em paralelo, vou atrás dos Paraísos Artificiais, indicação de um leitor respeitável - Lendo. Em breve, análises de ambos por aqui.

Boa noite, amplexos!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Eu e o Tchê!

Tive minha iniciação em Luis Fernando Veríssimo com Gula, da série Plenos Pecados. Eu já sei, comecei tarde, coisa de quem despertou paixão tardia pela leitura. Ótima narrativa sobre uma confraria gastronômica letal. Bem escrita, bem amarrada, humor e suspense em doses milimetricamente calculadas. Fiquei encantado, achei até que era feito sob encomenda pra mim. Continuando na linha do politicamente incorreto, com indicação de dois leitores de carteirinha, encarei a Luxúria, de João Ubaldo Ribeiro, igualmente intrigante e interessante. Tenho planos de cometer os demais pecados em breve.

Com a barriga cheia, comecei a fazer pesquisas no submarino usando o filtro Autor. Visando reduzir o custo quase fixo do frete, enviei logo dois pro carrinho de compras: "As mentiras que os homens contam" e o tão famoso "Analista de Bagé". Não gostei de nenhum dos dois. Imagino que os militantes do estado separatista do Rio Grande entendam melhor as tiradas do analista, e as mentirinhas dos homens talvez já tenham sofrido melhorias. Estava com a impressão de ter errado a ordem ao ler a obra de Luis Fernando Veríssimo.

Na dúvida se deixaria o gaúcho entrar em casa novamente, li algumas outras coisas. Dentre elas a série Crepúsculo, que abordarei por aqui no futuro. Ainda não li o último capítulo, Amanhecer. Como não guardo rancor de praticamente nada, comprei o último lançamento, o romance Os Espiões. Assim como o editor protagonista do livro, simpatizei bastante com a Ariadne de Frondosa. Eles me ajudaram a resgatar a alegria de ler Veríssimo. Estou novamente apto a voltar ao bar ali no Brooklin, tomar um chopp, ouvir som de roda de samba e comer feijoada regada a pinga e torrresmo.